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“Nunca é tarde, as vezes é apenas cedo demais.”

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(Fonte: tempuros, via imdisturb3d)

Nascemos com certa ideia colocada em nossas mentes: Conhecer alguém, se apaixonar, namorar, noivar, casar, comprar uma casa, ter filhos, envelhecer, permanecer juntos até que a morte nos separe. Acontece que na maioria das vezes, a vida nos maltrata. Pisa em cima dos nossos sonhos, embaça as nossas crenças. Nada sai do jeito que deveria ser. Erramos conforme o tempo passa, e muito. Mas sempre achamos que está tudo bem, pois ainda temos tempo o bastante para dar certo no final. Você conhece alguém, se apaixona, mas o amor não é recíproco. Depois conhece um outro alguém, ambos se apaixonam, namoram por 1 ano, mas o fim é trágico. Então, após alguns anos revoltado com relacionamentos, descrente das coisas e das pessoas. Aparece alguém, que te renasce, te revive, te revigora. Namoram por 3 anos, noivam por mais 2, e enfim, se casam. E assim permanecem por 20 anos. Mas não tiveram filhos, por algum motivo. Nem condições de comprar a sua casa própria. Vivem pagando aluguel, em dívidas, com problemas no casamento. Sonho se torna pesadelo. Brigas são mais comuns do que carinhos. O final é inevitável, cada um pro seu lado. Você se olha no espelho, e enxerga rugas, fios brancos nos cabelos e pouca disposição para as coisas. Marcas de um tempo que nos massacra, sem dó ou piedade. Olha para trás, e vê uma pessoa jovem, cheia de planos e confiança. O que aconteceu com ela? Onde será que ela foi parar? Não se sabe, não mais. E pela primeira vez em sua vida, você percebe que perder alguém, nem se compara a perder a si mesmo. E se encontra em uma rua sem saída. Não há como voltar atrás e mudar o que aconteceu e também não há tempo o suficiente para reverter as coisas. E vai se questionar: “E se?”. O problema é a dúvida, a sensação de que poderia ter sido diferente. E saber que não existe essa possibilidade. Uma coisa clichê que é verdade: A vida é uma só. Podemos aprender isso com pessoas próximas, filmes, teatros, livros. Mas nunca, em hipótese alguma, espere aprender sozinho. Pois em algum momento, poderá ser tarde demais para concertar o que se errou. Por isso pense, pergunte, conheça. A forma mais fácil de se amenizar os erros é procurando maneiras de se lidar com eles. As nossas escolhas fazem a diferença. Não esteja aqui para nascer e morrer. A vida é sua. Cuide, plante, ame. O final pode ser incerto, mas o começo e o meio, podem ser moldados.



Allax Garcia.  (via allaxg)

(via imdisturb3d)

Criticas Positivas

(…) Muitas pessoas pensam que não existe mas aquela “Boa Musica” mas claro que existe um bom exemplo são os gêneros : “Blues, Jazz, MPB , Rock e o Pop”… As pessoas acham mas favoráveis escutarem poluição sonora sem nenhum conteúdo ou até mesmo um ato de manifestação que não se enquadra no significado musica… Mas ainda temos bons entendedores da boa musica!

- Camila Silva

Pop

música pop (em inglêspop music; um termo que deriva da abreviação de “popular”) é geralmente entendida como a música gravada para fins comerciais, muitas vezes direcionada a uma audiência juvenil e que em sua maioria consiste de canções relativamente curtas e simples com o uso de inovações tecnológicas para produzir novas formas de composição em temas atuais.

Os escritores David Hatch e Stephen Millward definem a música pop como “um conjunto musical que é distinguível da música popular, folclórica e do jazz”.[1] Embora seja normalmente vista como orientada às tabelas de sucessos, não abrange todas as listas de canções mais vendidas, que sempre tiveram obras de diversas origens como a clássica, o jazz, o rock e faixas humorísticas, ao passo que é um gênero notado como separadamente contínuo e em desenvolvimento.[2] Assim, a “música pop” pode ser usada para descrever um gênero distinto, visado a um público jovem e caracterizado como uma versão mais leve do rock and roll.

- Wikipédia 

Rock

Rock é o termo abrangente que define um gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era “rápida, dançável e pegajosa”.[1]

No final das década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.

O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgãopiano, ou, desde a década de 1970,sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita, são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua “forma pura”, o rock “tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante”.[1]

A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.

- Wikipédia

MPB ( Musica Popular Brasileira)

Música Popular Brasileira (mais conhecida como MPB) é um gênero musical brasileiro. A MPB surgiu a partir de 1966, com a segunda geração da Bossa Nova. Na prática, a sigla MPB anunciou uma fusão de dois movimentos musicais até então divergentes, a Bossa Nova e o engajamento folclórico dos Centros Populares de Cultura da União Nacional dos Estudantes, os primeiros defendendo a sofisticação musical e os segundos, a fidelidade à música de raiz brasileira. Seus propósitos se misturaram e, com o golpe de 1964, os dois movimentos se tornaram uma frente ampla cultural contra o regime militar, adotando a sigla MPB na sua bandeira de luta.

Depois, a MPB passou abranger outras misturas de ritmos como a do rocksoul e o samba, dando origem a um estilo conhecido como samba-rock, a do música pop e do Samba, tendo como artistas famosos Gilberto GilChico Buarque e outros e no fim da década de 1990 a mistura da música latina influenciada pelo reggae e o samba, dando origem a um gênero conhecido como Samba reggae.

História

O termo música popular brasileira já era utilizado no início do século XX, sem entretanto definir um movimento ou grupo de artistas[1]. No ano de 1945, o livro “Música popular brasileira”, de Oneyda Alvarenga, relaciona o termo a manifestações populares, como o bumba-meu-boi. Somente duas décadas depois ganharia também a sigla MPB e a concepção que se tem do termo.

A MPB surgiu exatamente em um momento de declínio da Bossa Nova, gênero renovador na música brasileira surgido na segunda metade da década de 1950. Influenciado pelo jazz norte-americano, a Bossa Nova deu novas marcas ao samba tradicional.

Mas já na primeira metade da década de 1960, a bossa nova passaria por transformações e, a partir de uma nova geração de compositores, o movimento chegaria ao fim já na segunda metade daquela década. Uma canção que marca o fim da bossa nova e o início daquilo que se passaria a chamar de MPB é Arrastão, de Vinícius de Moraes (um dos precursores da Bossa) e Edu Lobo (músico novato que fazia parte de uma onda de renovação do movimento, marcada notadamente por um nacionalismo e uma reaproximação com o samba tradicional, como de Cartola).

Arrastão foi defendida, em 1965, por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira (TV ExcelsiorGuarujá-SP). A partir dali, difundiriam-se artistas novatos, filhos da Bossa Nova, como Geraldo VandréTaiguara, Edu Lobo e Chico Buarque de Hollanda, que apareciam com frequência em festivais de música popular. Bem-sucedidos como artistas, eles tinham pouco ou quase nada de bossa nova. Vencedoras do II Festival de Música Popular Brasileira, (São Paulo em 1966), Disparada, de Geraldo, e A Banda, de Chico, podem ser consideradas marcos desta ruptura e mutação da Bossa para MPB.

Era o início do que se rotularia como MPB, um gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira durante as décadas seguintes. A MPB começou com um perfil marcadamente nacionalista, mas foi mudando e incorporando elementos de procedências várias, até pela pouca resistência, por parte dos músicos, em misturar gêneros musicais. Esta diversidade é até saudada e uma das marcas deste gênero musical. Pela própria hibridez é difícil defini-la.

- Wikipédia 

Jazz

jazz é uma manifestação artístico-musical originária dos Estados Unidos. Tal manifestação teria surgido por volta do início doséculo XX na região de Nova Orleães e em suas proximidades, tendo, na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam, um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes.

jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue noteschamada e respostaforma sincopadapolirritmiaimprovisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metaispalhetas ebaterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.

As origens da palavra “jazz” são incertas. A palavra tem suas raízes na gíria norte-americana e várias derivações têm sugerido tal fato. O jazz não foi aplicado como música até por volta de 1915. Earl Hines, nascido em 1903 e mais tarde se tornou celebrado músico de jazz, costumava dizer que estava “tocando o piano antes mesmo da palavra “jazz” ser inventada”.

Desde o começo do seu desenvolvimento, no início do século XX, o jazz produziu uma grande variedade de subgêneros, como odixieland da década de 1910, o Swing das Big bands das décadas 1930 e 1940, o bebop de meados da década de 1940, o jazzlatino das décadas de 1950 e 1960 e o fusion das décadas de 1970 e 1980. Devido à sua divulgação mundial, o jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo, assim, uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica.

- Wikipédia 

Blues

O blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fundamenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos, evitando aquelas notas da escala maior, utilizando sempre uma estrutura repetitiva. Nos Estados Unidos surgiu a partir dos cantos de fé religiosa, chamadas espirituais  e de outras formas similares, como os cânticos, gritos e canções de trabalho, cantados pelas comunidades dos escravos libertos, com forte raiz estilística na África Ocidental. Suas letras, muitas vezes, incluíam sutis sugestões ou protestos contra a escravidão ou formas de escapar dela.

CANTORES FAMOSOS:
BB king, Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Silvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson

- Wikipédia 

Quem disse que para ser irmãs tem que ter a mesma crença raça ou ser de sangue, eu te amo do jeito que você é irmã amiga confidente…e sei que me ama também do jeitinho que eu sou…

Essa é uma das minhas grandes amigas que merece destaque em minha vida… talvez até mais que as outras pois essa amizade é de longos anos…não desmerecendo ninguém, mais todo mundo tem um amigo irmão mais achegado e você é a minha sz vakinha múuuh Diosa de la Oscu

Pensamentos

” Vi um documentário fabuloso, sobre a vida de quem mora e trabalha no lixão, e se um dia fosse para mim ser fã de alguém seria dessas pessoas que infelizmente sobrevivem do nossos restos…acho bizarro pessoas serem fãs de outras pessoas só por um status ou classe social, povo vocês tem que ver que nem tudo gira em torno de capitais…”

Autora: Camila Silva

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